terça-feira, 24 de abril de 2012

O Alcoolismo e o local de trabalho!


Todos nós sabemos que estas duas coisas não combinam, certo é que a cada vez mais pessoas a faze-lo.
Na nossa pacata vila temos um grande exemplo disso (é funcionário publico e trabalha com imensa gente), Normalmente os alcoólicos têm dificuldades em cumprir os seus deveres profissionais é o que se passa com este individuo. Ao contrário do que muitas pessoas pensam o alcoolismo tem tratamento, só que para ser tratado é preciso que o “alcoólico” em questão queira deixar de o ser. O tratamento do alcoolismo é complexo e depende do estado do paciente e de seu engajamento no processo de cura.

Este texto não é para apontar o dedo a ninguém, simplesmente para alertar as pessoas que o álcool vai matando aos poucos, muda completamente uma pessoa e faz essa mesma pessoa fazer coisas que mais tarde se irá arrepender. 


quinta-feira, 29 de março de 2012

Análise sociológica às gajas boas, mas daquelas mesmos boas!


Haverá alguma relação entre dinheiro e mulheres relevantes no que à estética diz respeito? Ou será apenas coincidência? Quantas vezes vimos gajas boas, mas daquelas gajas mesmo boas a demonstrarem grande poder económico? Eu, muitas! Há uma velha máxima que acabo de inventar que diz: “Onde há dinheiro há gajas boas!”. É por acaso que a Universidade Católica (e outras privadas) é só gajas boas a estacionarem enormes máquinas que levam para as aulas? Não, não é! Os senhores financeiramente abastados, mesmo que sejam baixos, carecas e feios, casam com quem? Com aberrações da natureza? Não! Independentemente da sua nulidade estética, os senhores que possuem grandes fortunas, e nem é preciso serem grandes riquezas, casam com gajas extremamente boas, mas não como a Júlia Pinheiro, são gajas mesmo muito boas! E as gajas boas, quando têm filhas, estas filhas são como? Serão, na sua grande maioria, gajas melhores do que as mães foram! É um ciclo! Faz parte da natureza, as senhoras gostam de proteção e conforto, e o dinheiro traz isso? Traz isso e muito mais! Gostaria de saudar as senhoras, não baixam as cuecas para o seu salário e/ou status social subirem! 

WW

sábado, 24 de março de 2012

Sou jogador de setas compulsivo e ilustre motard, mas quero amar!



É muito fácil interligar os três conceitos (jogador de setas compulsivo, motard das concentrações e patego ilustre), porém, apesar daquilo que se possa pensar, não estão necessariamente e inevitavelmente contíguos.
Normalmente, as raparigas afastavam-se de mim quando dizia que tinha jogo de setas, mas o pior era quando elas me acompanhavam aos referidos jogos. A partir daí começavam a dar desculpas para não me acompanharem e até me largarem era um ápice. Seria porque ficavam ali largadas num bar, vulneráveis aos olhares de cabreiros de testa branca e com ar de lobo mau à espera da oportunidade de mandar uma boca mais foleira que a sua indumentária? Será porque o bar se enchia de pacóvios vindos da Labregueira da Serra, em que o acontecimento mais importante que acontecia ao fim-de-semana era este tipo de confrontos de duas em duas semanas? Não sei, as dúvidas consumiam-me e as certezas escasseavam na minha cabeça!
Muitas raparigas, apesar de o tentarem esconder, também mostravam alguma repulsa pelo facto de eu ser motard. De início gostavam bastante da minha pose máscula de motard que suportava um imponente capacete. Deliciavam-se com a expetoração que conseguia fazer chegar à boca (enquanto apertava uma narina e tinha o cotovelo do braço contrário encostado ao balcão) e com a cuspidela que se seguia para o chão, todavia a partir daí começavam a mostrar sinais de afastamento da minha pessoa. Seria porque a moto possuía uma cilindrada não superior a 50cc, que contradizia a categoria insinuada pelo capacete? Seria porque depois não conseguia manter o nível de parvalhice que induzia à primeira vista?
Houve um dia em que acordei, pensei de mim para mim, espera lá aí, isto tem que acabar, eu vou mudar de vida e vou arranjar alguém a quem entregar o meu coração. E foi nesse dia que descobri uma mina de ouro no que ao amor diz respeito. Um local onde pude ir buscar uma mulher com quem possa ultrapassar os obstáculos da vida, uma mulher com “P” grande! E lá consegui, dirigi-me ao local encantado e seduzi uma senhora bastante experiente, foi amor à quarta vista, depois de cem euros, ela percebeu que eu era o amor da sua vida. Vivemos 12 dias de intenso amor, até que aquele traidor, a que um dia chamei amigo, roubar-ma sem escrúpulos nem compaixão! Se ela me abandonou, foi sinal de Deus e foi porque não me merecia. Levei três semanas a digerir a rejeição. Voltei à mina de ouro e já existia lá outra fornada de senhoras. E não tardei a encontrar uma outra mulher da, minha, vida. Esta é uma mulher com um “P” tão grande como a primeira, mas está comigo até hoje, já passaram muitos meses e ela ainda consegue aguentar-me… Estou eternamente apaixonado e nada nem ninguém me conseguirá afastar dela. Amo-te Dulcinete!

Sou jogador de setas compulsivo e ilustre motard, mas não sou patego!


WW

quinta-feira, 8 de março de 2012

Dizem que ele, dizem que o gajo...


Porque sim, ora então vamos lá ver!
Diz-se por ai, que as segundas-feiras são as piores e de noite então todos os gatos são pardos. Ouvi por ai um rumor que o D’ Morna quis matar o D’ Musica até lhe arrombou a porta de casa e tudo (o mundo está perdido). Isto porque a esposa do D’Musica foi a casa do D’Morna e lhe perguntou por sua avó, como D’Morna estava “on fire” decidiu por bem começar a ofender a esposa de D’Musica, claro está que ninguém gosta de ser ofendido e muito menos julgado por alguém que nunca deu nada a sociedade e só tem feito merd* desde que nasceu (enfim isso são outros assuntos).

Resumindo e concluindo o D’ Morna mais uma vez brilhou e pela negativa, da outra vez tentou pegar na Santa (Bombeiros).  Quando D’ Morna tentou entrar em casa de D’ Musica as coisas ficaram feias para o D’ Morna, no nosso pais fazer justiça pela própria mão é crime (defendem sempre o assaltante ou o criminoso) o srº D’ Musica chamou então a GNR de Viana do Alentejo, ai é que a porca torce o rabo para não variar demoraram uma eternidade (passados 30min lá chagaram), quando D’ Morna viu a patrulha da GNR parece que bebeu veneno e cresceu dois palmos, partiu o vidro da viatura da GNR, ameaçou todos os GNR’s enfim um autêntico filme de terror…
Na minha opinião esta gente tem falta de alguma coisa, nem que seja de levar umas para endireitarem, neste caso para colocarem as ideias no lugar…Atenção é a minha opinião!

Depois deste teatro todo, o D’ Morna passou a noite na esquadra e no dia seguinte já estava na sua casa! Ao que parece isto está bom é para aqueles que só fazem porcaria e da grossa.
Vou deixar o meu emprego e dedicar-me a criminalidade, tenho dito!!

Pimbolim… é matraquilho



quarta-feira, 7 de março de 2012

As Cegonhas Não São Escuteiros


No Sábado, acordei, levantei-me e vesti-me. Encetei a manhã – ou o fim desta – com a regular taça de leite com cereais e confrontei-me com o recente incrementar do escutismo na nossa preciosa vila. Esta "onda" de "crianças vestidas como parvinhos lideradas por parvinhos vestidos como crianças" tem nos últimos anos vindo a despoletar uma preocupante aderência. Preocupante, pois todos sabemos que as novas camadas etárias da nossa terriola estão condenadas a "abafar a palhinha". Não é que tenha algo contra a homossexualidade – se bem que sou contra toda a panóplia de actividades demasiado estúpidas para serem “para qualquer idade” que compõe o escutismo – mas esta sina que decai sobre as crianças, atinge-me a dúvida pseudo-existencial-o-reprodutora que recai sobre todo o homem, do qual ter filhos é um maiores objectivos vital a longo-prazo: Como descobrir se um filho é gay, antes que se perca a garantia. Após penetrar profundamente nesta questão – não tão profundamente quanto isso – apercebi-me que há todo um leque de comportamentos inerentes às várias fases do crescimento de um ser humano que permitem a tão afamada "Sondagem Decisiva Em Busca da Segunda Possível Perninha do Cromossoma Y" do bebé.
Na infância, quando uma criança apresenta uma "valente gripalhada" não e incomum os pais requisitarem os serviços do pungente comprimido anal, ou vulgo supositório. Não há menino que não tema a palavra "supositório" e não tente desesperadamente escapar com unhas e dentes a tal infame castigo infernal em forma de objecto não identificado ogival... a não ser que detenha algum "defeito de fabrico". Em caso do seu filho demonstrar a mais ínfima satisfação a um encontro imediato de grau medicinal traseiro, pondere em devolver o pacote.
Outro potencial comportamento de risco surge naquela fase em que as crianças precisam de um adulto que os acompanhe à casa de banho. No mais famoso jogo de lavabo – exceptuando "O Leão-marinho Semi-seco & A Cenoura " (a inclusão do papel higiénico é facultativa) – a criança interpreta o papel de concorrente principal, em "Quem é que vai pegar na minha pilinha?". É inevitável a preferência por um dos progenitores aquando o acto mictório, e é esta mesma escolha por quem o vai "levar a fazer xixi" o ponto crucial para a avaliação do potencial larilas do miúdo. Quanto às perguntas em jogo, existe apenas uma, a qual denomina o jogo por si só. A resposta correcta é adjacente ao Complexo de Édipo. A resposta errada envolve a preferência de manuseamento prepucial do infante por parte Papá.  
Uma vez comprovada a mercadoria em defeito, é ligar para o número verde da Dona Cegonha e reclamar o serviço de suporte e manutenção." Estou sim? Dona Cegonha? … Olhe, tenho aqui uma queixa. A encomenda veio... Avariada. … No contrato dizia que não havia substituições? … Mas eu não me lembro de assinar nenhum contrato... Ah! Estava bêbedo! Então não conta. Sabe as regras. ... Desculpe? … Estou a ser o quê? … Eu não queria ir por aqui, mas não me dá outra opção. Tenho provas sólidas de que as entregas dos bebés dos Antunes do segundo esquerdo e o dos Almeida foram... … Para a semana? Perfeito! Vou acondicionar este devidamente na caixa, então. Foi um prazer negociar consigo uma vez mais, Dona Cegonha. …Com licença."
Não temamos a orientação sexual dos nossos futuros rebentos. Alem do mais, a Dona Cegonha até faz bons preços. Combine previamente com os seus vizinhos, amigos ou familiares que estejam também interessados n' O Milagre da Vida. Nesta época de crise a Dona Cegonha lançou uma vasta gama de packs económicos (6, 12 e 24 unibabes por pack) e os portes de envio são totalmente grátis!

Yurgan Clementino

segunda-feira, 5 de março de 2012

Uns com tanto e outros com tão pouco…


Todos os dias ouvimos falar na crise, um pouco por todo o lado, não é só em Portugal que as coisas estão más. A verdade é que isto está uma lástima, mesmo na última!

Os “ricos” estão cada vez com mais dinheiro, curioso é que não fazem nada para conseguir alguma coisa. Alguns dos supostos “ricos” na nossa Terra, passam os dias a passear os cavalos de um lado para o outro, andam em jipes caríssimos (enquanto os empregados não vêem um tostão há vários meses), estes ditos “ricos” andam todos emproados e de papo para o ar, enquanto as famílias daqueles que não vem um tostão, fazem das tripas coração para pagar as suas contas, movem montanhas para que os seus filhos não passem dificuldades. Sim, lá andam esses “ricos” com o “papinho” inchado, nunca foram nem serão ninguém!! 

É O POVO PÁ


Turbante

Não, isto não é verdade!



No outro dia fui ao correio e não fui atendido pela empregada que não estava a falar ao telemóvel há, aparentemente, muito tempo. Enquanto lá estive a senhora não despachou 4 ou 5 indivíduos mantendo a mesma chamada. Não, isto não aconteceu!
 
No outro dia não vi um suíno encartado apoiado nas patas de trás a digerir o borrego que não tinha ingerido durante as suas horas do almoço, que não vão das 10:00 às 16:00. Não me fez lembrar as anacondas que comem hipopótamos bebés e que não ficam paralisadas ao sol a esmoê-lo!
 
No outro dia não fui visitar a Senhora Doutora Destronada (SDD)! A SDD não viu a Retornada Varredora de Carpetes (RVC) passar-lhe à frente. A SDD não estava habituada a mandar em tudo o que se passava lá. Agora que a RVC não está presente, a SDD não tem que se acostumar a obedecer aos caprichos da RVC. Apesar de a SDD não usar todo o seu ”jogo de cintura” para não manter o seu estatuto, não terá que se reinventar na prática do “jogo de cintura”…

A verdade é igual ao texto acima sem os dezoito “não”!!!

WW

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Fantasmas, Farmácias & Cª Lda


Detesto pessoas chatas. Comummente não respondo aos insonsos “porquês” relativos a esta questão, mas a parcela social do meu dia culminou com uma situação que, de sobremaneira chata, se despontou irritante.
Após um dia de trabalho de cocó com um titânico e quadrado “M”, entrei na farmácia da esquina para me prover dumas milagrosas drageias de ibuprofen não genérico, as quais me viriam a salvar de mais um dia de labuta com os sentidos tão embotados quanto um nipónico recém-nascido após três shots de aguardente de figo. Abro a porta e logo me deleito com a tepidez aromática própria duma farmácia nesta altura do ano. Num ímpeto, sou resgatado para a realidade, embaraçosamente petrificado pelo olhar inquiridor da funcionária que me vendeu umas Drill e uns Maxilases no dia anterior. Por sorte, o balcão mais próximo da porta tinha apenas por uma moça luso-africana sendo atendida por um funcionário “com um ar estranho”, refreando aquele mordaz olhar para o par de velhotes que formavam fila à sua frente. O ancião altivo tinha ar de quem ia demorar com uma qualquer fanfarronice cultural. A idosa tremia que nem varas verdes e parecia confusa com todo o ambiente envolvente, qual cocktail sintomático de Parkinson e Alzheimer. Tudo isto me deixava uma perspectiva entusiasmante, até me aperceber que aquela pantera negra de carapinha desfrisada – qual juba de pez – e unhas de gel brancas com arabescos rosa era, não mais nem menos, que uma chata. Socialmente são pessoas atrozes, a evitar por qualquer um, como todos o sabemos.
A Pantera queria algo como Clapil. O Abixanado disse que não conhecia mas que ia pesquisar na base de dados. Tentei manter-me calmo.
O Abixanado questionou se o nome do medicamento era mesmo Clapil. A Pantera reafirmou. Olhei para o tecto.
A Pantera começou a remexer na mala que trazia a tiracolo. O Abixanado sugeriu, segundo os resultados da pesquisa, um tónico capilar Aclapil. A Pantera lançou-se numa verborreia, confusa. Olhei para os lados e soprei, pela primeira vez.
Voltando a referir o fármaco, o Abixanado informou que não tinha em stock mas que poderia mandar vir, presumia. A Pantera retirou o telemóvel de ecrã táctil AEG da mala e, dedilhou algo, colocando-o ao ouvido. O Abixanado confrontou a colega do balcão ao lado sobre a situação do Aclapil. A Velhota Vara-Verde recolhia o avio, colocando-o na mala, ao segurar trepidamente o cajada debaixo dum braço. Enquanto a mala ia escorregando, a idosa perscrutou o balcão de atendimento num trejeito que parecia objectivar a confirmação de que nada tinha ficado atrás. A Olhos de Coruja também era da opinião de que poderiam encomendar as ampolas em questão. A Pantera desligou a chamada, sem efeito. A Velhota Vara-Verde agradeceu e sai. Enquanto me desviei para esta passar, autoflagelei-me perante o incrementar da probabilidade de ser atendido por aquele olhar opressor.
A Pantera voltou a tentar a chamada. Desta vez com efeito, questionava uma amiga sobre o tal de Clapil. Do outro lado estava quem, aparentemente, tinha problemas capilares nesta saga – o que era óbvio, observando a juba da Pantera – e que por seu lado confirmou o Aclapil. A Olhos de Coruja estava a mostrar ao Duque da Bazófia que apenas tinham Fluocaril com branqueador em embalagem pequena, enquanto este girava entre os dedos um frasco de Eno de laranja. Revirei os olhos e voltei a bufar.
Desligando o telemóvel, a Pantera solicitou o já famigerado Aclapil. O Abixanado disse que ia fazer a requisição, teclando no computador à sua frente. O Duque da Bazófia sacava dum dito “Cartão de Sócio de Não-sei-d’aonde-e-o-que-quer-que-tinha-a-ver-com-a-farmácia” e pagou. Para mal dos meus pecados, o Abixanado encaminhou-se para as traseiras da farmácia, qual pomada anti-situação-social-bizarra-sob-olhares-inquisitivos. Ironicamente, a Olhos de Coruja entoou um “Próximo. Boa tarde.” surpreendentemente simpático. Devolvi a saudação e preparei a bomba. “Era uma embalagem de Brufen, se faz favor.”. Qual banana oferecida a um chimpanzé endoidecido, a Olhos de Coruja devolveu-me um sorriso empático e fez-me o avio sem percalços. Ao sair, cruzei-me com a Pantera. Sim, só agora é que ela ia sair. Não, ela não levou tónico capilar nenhum.   
Ponderei que se isto se passasse “À da Nelinha” tudo seria hilariante com toda a reconfortante cacofonia e alusões familiares a algum acontecimento recentemente caricato da terriola. Alguém teria voltado a tentar testar as câmaras do francófono Hipermercado dos Cruzados de Chapéus Vermelhos? A filha de quem – que parece que ainda ontem era uma criança – é que entrara para a universidade? Um novo lobisomem teria chegado à vila? Nesta vila-fantasma, tudo é possível.    


Hilário Epopei’ da Alva

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Outra vez na segunda-feira!



Depois de um fim-de-semana em que abundou o frio, só esteve bem a lareira. Está de volta a maldita segunda-feira e a vontade de sair debaixo dos lençóis não é nenhuma, foi com bastante custo que sai da cama e fui para o meu rico trabalho! Quanto ao trabalho propriamente dito correu tudo normal até uma certa altura em que me entra pela porta do escritório um engenheiro de obras feitas e me começa a latir aos ouvidos, sujeito que nem sequer sei o nome, quase que apostava que tirou o curso nas novas oportunidades só pode, aquela arrogância e falta de humildade vêm de qualquer lado, enfim! Geralmente quando uma semana começa assim, raramente corre da melhor maneira… Isto tudo para dizer que nem tudo é como nós queremos e é preciso ter uma paciência de santo para aturar certa gente!
Outro episódio do meu dia aconteceu enquanto tomava o meu pequeno-almoço (um café acompanho de um pastel de nata), estava bastante descansado da minha vidinha, quando entra pela porta do café um senhor cheio de teorias e afins, bem na boca desse mesmo senhor nada na Vila estava bem, “estes gajos andam aqui a fazer o que?”, “eu já vejo de tudo”, engane-se quem pensa que se trata de politica porque não é esse o caso., o senhor estava a referir-se aos tais mafarricos (aqueles que estão na praça sem fazer nada), mais uma vez são aqui mencionados. Afinal não sou o único critico que praí anda!!! Tenho dito

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Aquele que “Era parvo e não sabia”


 “A culpa, ou é do cú ou é das calças!” já diz a plebe. Porém, e as cuecas? Nunca ninguém parou para pensar que esta humilde peça de roupa íntima poderá fazer parte da equação? Elas estão lá no meio, a coisa não é tão linear quanto aparenta, vos afirmo e confirmo, até.
“Aiaiai o Cú!” “Coitadinhas das calças!”. Não. Chega. Acabou este ostracismo “socioindumentário”. As cuecas é que pagam as favas todas. As cuecas são imundas, têm raspas de cocó, são coçadas. Mas de quem é a culpa de estarem coçadas? Das calças, que de libido incontrolável, se esfregam nas pobres cuecas dias a fio. E de quem é a culpa das cuecas terem raspas? Do cú, claro, esse sacana que arrisca um fófó mesmo sabendo que pode despoletar um desastre (com molho incluído). Mas lá está, quem arca com todas as consequências são as míseras cuecas, gastas e com tatuagens fecais. Injustiça é pouco! Falta de civismo, racionalismo e muitas outras coisas com sufixo “ismo” da parte das calças e do cú.
Na semana passada, vi um leitão graúdo de gravata e camisa, rubro e suado, sentado a engolfar uma dose de bacalhau com natas interrompida por esparsos goles de Coca-cola n’”A Casa das Bifanas”. No entanto, a culpa não é do cú ou das calças. É dos dois. Pobres cuecas.


Yurgan Clementino

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

O Fim da Semana




Desejo a todos os que acompanham este blog um óptimo fim-de-semana, depois de uma semana intensa em que o trabalho foi mais que muito e o tempo para descansar foi tão pouco, chega o tão desejado fim-de-semana vai saber tão bem dar uma “sova” nas camas e nos sofás lá de casa! Por falar nisso, quantas vezes já vós passou pela cabeça e inverter as coisas (trabalhar ao fim-de-semana e repousar durante a semana). 
É apenas uma ideia entre tantas outras…

Pode ser que durante este fim-de-semana aconteça algo relevante para postarmos no nosso humilde espaço até lá aguardem novidades ;)


Como já foi aqui referido o nosso blog não fala em "politiquices", nós só queremos mostrar o que se passa de engraçado nesta pacata vila (Viana do Alentejo), não vamos ofender ninguém, apenas tentamos ver o lado positivo das coisas e publicar. 
É este o nosso conceito…

Até Breve!!

Da Cruz

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

I hate likers...


Este blogue orgulha-se de apresentar uma nova categoria de pessoas, os “likers”.

Os likers não são mais do que guerrilheiros de uma guerra diferente, a guerra do engate. Como vimos nos filmes de guerras, os guerrilheiros vão em cima de uma pick up’s a disparar a sua metralhadora em todas as direcções. Pois bem, os likers são os guerrilheiros, o facebook é a guerra, os likes são as munições e os inimigos são as todas as “pessoas com mais de 12 anos, do sexo feminino”. Em ambos os cenários, o guerrilheiro e o liker “atacam” como se a sua vida dependesse disso. O liker aterroriza a sua vítima incansavelmente, vez após vez, dia após dia, semana após semana. Trata-se de um temerário, não desiste de ter sucesso na sua missão. Comparando, é como um guerrilheiro que alveja a sua vítima vez após vez, até muito depois de esta estar acabada.

Para quem ainda tem dúvidas acerca do tipo de pessoas que estou a retratar, e, ainda não identificou os seus amigos facebookianos que se enquadram nos likers, aqui vai outra analogia. Imaginem um agricultor apressado que semeia hoje e quer colher amanhã, este também é parecido ao liker. O agricultor é o liker, as sementes são os likes, o agricultor almeja boas e rápidas colheitas e o liker deseja boas e rápidas “pessoas com mais de 12 anos, do sexo feminino”.

I have likers…

W. Wool

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Dias e Dias


A rádio respira futebol, teimosamente a linha não estica e o peixe sem morder o anzol, eu desespero pelo golo do Benfica. Ele há coisas assim!! Ando sem a mínima vontade de publicar algo, mas vai ter que ser…
Praça da Republica a quanto obrigas, tanta coisa para fazer e tanta gente ali parada, pessoas novas ali paradas a olhar para a Estatua, será que o Isidoro dá dinheiro para quem olha para ele? Será que diz algumas coisas aos ouvidos? Anda a passar-se algo e eu não entendo!
Oh Isidoro também quero uns conselhos pode ser??
Realmente é bom estar na Praça, passa lá toda agente, e esses ditos “malandros” tratam sempre de cortar na casaca de uns de outros, enfim é o que temos!
Ontem quando passei por quatro ou cinco marmanjos, até fiquei com as orelhas a escaldar, UIIIII

Da Cruz

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Este fim-de-semana foi muito intenso, vi e ouvi muita coisa interessante. Assim de repente posso adiantar que vi um GNR fardado a falar ao telemóvel enquanto conduzia a sua carrinha, casa de ferreiro espeto de pau, só que este indivíduo deveria dar uma utilidade muito específica ao pau. Então parece que houve aí um Baile?! Pela chuva de pitas com as pernas ao léu a dirigirem-se para a famigerada Zona T, tudo indica que sim. Fizeram bem em realizar este baile em Fevereiro, e especialmente com o frio que se fez sentir. Imaginem que a festa é feita em Junho, ia tudo nu certamente. Diz quem foi que esteve muita gente presente. Até me contaram que se dançou uma música dos Xutos como quem dança música do Quim Barreiros... Mas o pior foi quando estava a dar música e depois começou a dar Michel Teló...

LãBranca

sábado, 4 de fevereiro de 2012

De salientar que tal espaço não advém de qualquer movimento/partido politico ou crença religiosa, é apenas uma maneira de satirizar o que de mais engraçado se passa nesta pacata vila do interior alentejano. Queremos, de uma forma irónica, realçar o que para nós é mais engraçado ou até mesmo grave de maneira a alertar os "alvos" dos futuros posts para uma mudança de mentalidades e com o intuito de gerar alguma criatividade para o futuro!!
Divirtam-se que nós também ;)

Ermelindo
Ironia: Oh Sarcasmo, queres ir dar uma volta ali para os lados de Viana?
Sarcasmo: Epah, já me chamaram para aqueles lados há algum tempo, querem a minha presença num blog ou lá o que é, mas sozinho não me apetece nada...
Ironia: Sim, também me chamaram para dar lá uma passagem nesse tal blog. Vamos, fazemos companhia um ao outro. Vamos já!
Sarcasmo: Ok, vou contigo mas vou mesmo "descontravontade"...


Este é um blog que almeja relatar factos através de uma escrita seriamente jocosa.


Lã Branca
4 Fev 2012

First Post


Ermelindo, Lã Branca e Da Torre.

Três indígenas de origem desconhecida dão assim início a este árduo trabalho, que nunca ninguém quer fazer mas tem que ser feito. PARA O BEM DE TODOS NÓS… Tenho dito que isto vai de mal a pior e ninguém faz nada, os que tentam fazer são automaticamente criticados e perdem assim a pouca vontade que tem de fazer alguma coisa, posto isto nós não vamos mudar nada, mas sim analisar e muito!

Da Torre